Mulher que matou o filho o obrigava a escrever em caderno: ‘Não mereço a mamãe’


Miguel dos Santo Rodrigues, morto pela mãe aos sete anos na última quarta-feira (28) em Imbé, no Rio Grande do Sul, era obrigado a escrever frases ofensivas em um caderno diariamente. 

“Eu sou um idiota”, “eu sou ladrão”, “eu sou ruim”, “eu sou um filho horrível”, “não mereço a mamãe que eu tenho”, dentre outras, estavam entre sentenças descobertas nessa terça-feira (3) em um caderno encontrado pela Polícia Civil. 

O objeto estava na casa de Yasmin Rodrigues, de 26 anos, mãe da criança, que confessou o crime na sexta-feira (30). As informações foram divulgadas pelo portal “G1”. 

Além do caderno, uma corrente que, indica o inquérito, seria usada para manter Miguel preso, foi localizada na residência. A perícia da entidade esteve em dois apartamentos onde a criança morou com a mãe e coletou material genético. 

Yasmin foi presa logo após ter confessado o crime. Ela afirmou, em depoimento dois dias depois de quando a criança foi assassinada, que deu medicamentos para o menino e, sem saber se ele teria resistido ou não ao alto nível de substâncias, jogou o corpo do filho, desacordado, em um rio. O Corpo de Bombeiros trabalha para encontrar os restos mortais de Miguel. 

A madrasta do menino, Bruna Nathieli Porto da Rosa, foi presa nesse domingo (1), após os agentes da Polícia Civil terem identificado conversas dela com a Yasmin que citavam a compra da corrente para prender o filho.

Foto: divulgação / Fonte: O Tempo

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