Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens recebe mais de 27 mil visitantes em 2019


Reinaugurado em janeiro do ano passado, pelo Governo do Ceará, com uma nova configuração, o Museu apresenta quatro espaços expositivos diferenciados. A parte superior abriga a exposição permanente de fósseis.

Nessa galeria os fósseis estão divididos em espécies vegetais e animais. São cerca de 300 peças em que se demostra a diversidade e a riqueza da Chapada do Araripe.

Uma das grandes preocupações dos técnicos e especialistas com a reforma, seria dar uma nova configuração ao espaço, que possibilitasse um caráter mais didático da paleontologia, além de promover uma interação maior com o público visitante.

O Memorial Plácido Cidade Nuvens, um dos primeiros espaços percorridos, apresenta uma linha do tempo que traça um paralelo entre a história do Museu, desde a sua fundação, e a trajetória profissional do seu fundador, Plácido Cidade Nuvens.

O salão inferior do Museu conta com as exposições temporárias. O quarto espaço expositivo é o território lúdico, onde se encontram esculturas inspiradas nos pterossauros do Cretáceo. Nesse espaço se encontram o laboratório de paleontologia, a biblioteca, lojinha e o café do museu.

Atualmente, são mais de 5 mil fósseis de vários grupos: troncos petrificados, impressões de samambaias, pinheiros e plantas com frutos; moluscos, artrópodes, peixes, anfíbios e répteis. Os exemplares atraem a atenção de pessoas do mundo inteiro, pela qualidade de preservação das peças.

O espaço conta com uma biblioteca temática, na qual os alunos podem estudar e conhecer mais sobre o local em que vivem, além de uma equipe de técnicos e estagiários para atender aos interessados. No Museu também são desenvolvidas oficinas de réplicas de fósseis e pinturas para estudantes, com incentivo à preservação das peças de milhões anos. Essas atividades são realizadas através de parceria com a Pró-reitoria de Extensão da URCA.

Nova configuração

Reinaugurado em janeiro do ano passado, com uma nova configuração, o Museu apresenta quatro espaços expositivos diferenciados. A parte superior abriga a exposição permanente de fósseis. Nessa galeria os fósseis estão divididos em espécies vegetais e animais. São cerca de 300 peças em que se demostra a diversidade e a riqueza da Chapada do Araripe.

Uma das grandes preocupações dos técnicos e especialistas com a reforma, seria dar uma nova configuração ao espaço, que possibilitasse um caráter mais didático da paleontologia, além de promover uma interação maior com o público visitante.

O Memorial Plácido Cidade Nuvens, um dos primeiros espaços percorridos, apresenta uma linha do tempo que traça um paralelo entre a história do Museu, desde a sua fundação, e a trajetória profissional do seu fundador, Plácido Cidade Nuvens.

O salão inferior do Museu conta com as exposições temporárias. O quarto espaço expositivo é o território lúdico, onde se encontram esculturas inspiradas nos pterossauros do Cretáceo. Nesse espaço se encontram o laboratório de paleontologia, a biblioteca, lojinha e o café do museu.

(Urca)

via Flavio Pinto News

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